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26.08.2020

A osteoporose deve ser temida?

Conforme os anos vão passando e nós vamos completando nossos ciclos de vida, tudo o que ouvimos falar é sobre osteoporose. Apesar da preocupação necessária, devemos aproveitar a vida, curtindo os momentos que mais tarde serão lembranças, e não dá para fazer isso com a dúvida rondando nossa cabeça. Por isso é tão importante entender a doença, suas implicações e o que podemos fazer para nos prevenir.

A primeira coisa que você deve saber é que a estrutura do nosso esqueleto vive em constante renovação, entretanto ganhamos massa óssea até os 20 anos e passamos a perdê-la com maior velocidade depois dos 40. Portanto, essa é uma condição relacionada ao envelhecimento, que pode se manifestar em ambos os sexos, mas principalmente nas mulheres – depois da menopausa, quando a produção de estrógeno cai.

A osteopenia é caracterizada por perdas menores e é também o começo da degeneração óssea, enquanto perdas maiores são próprias da osteoporose e podem ser responsáveis por fraturas espontâneas ou causadas por pequenos impactos. Há ainda a osteoporose secundária, quando a perda está relacionada à outras doenças, como por exemplo problemas renais ou endócrinos.

 

  • Sintomas

Um dos maiores problemas da doença é que ela é silenciosa e, portanto, não apresenta sintomas. Geralmente, ela só é detectada quando está em uma fase mais avançada, com a deformação dos ossos que provoca dor crônica ou com a fratura espontânea de um osso que ficou poroso e muito fraco.

 

  • Diagnóstico

Por não dar sinais, o médico inicia uma investigação levando em conta dados como idade, peso, altura, histórico de fraturas na família, além de outros fatores que podem significar riscos à saúde. São eles:

– Abuso de álcool;

– Tabagismo;

– Sedentarismo;

– Diabetes;

– Disfunções na tireoide;

– Uso abusivo de remédios à base de corticoides.

A confirmação pode ser feita através do exame de Densitometria Óssea, que mede a densidade mineral do osso, prevendo até mesmo o risco de fraturas. Em geral, o teste é solicitado a partir dos 45 anos para mulheres e dos 65 anos os homens.

 

  • Tratamento e prevenção

Antes de iniciar o tratamento, é preciso descobrir o que provocou a condição. Logo após, o médico pode receitar os medicamentos certos, que têm como objetivo diminuir a dor, quando existente, e manter a função, conforme o quadro do paciente.

Já a prevenção deve começar desde a infância, mas deve se dar principalmente na adolescência. São as pequenas ações, como a ingestão de cálcio, tomar sol para fixar a vitamina D e a prática de exercícios físicos que farão a diferença.

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